A sustentabilidade na produção animal tem sido um tema central nas pesquisas recentes, especialmente no que diz respeito à alimentação de ruminantes. Estudos têm demonstrado que a inclusão de aditivos alimentares naturais, como algas marinhas, pode reduzir significativamente as emissões de metano entérico, um potente gás de efeito estufa.
Pesquisas conduzidas pela Queen’s University Belfast, no Reino Unido, indicam que dietas ricas em flavonoides e alimentos de origem vegetal não apenas diminuem as emissões de metano, mas também reduzem os riscos de doenças como demência e diabetes tipo 2.
Além disso, a empresa alemã Evonik apresentou, na EuroTier 2024, soluções inovadoras para uma nutrição animal mais sustentável. A empresa destacou a importância de ingredientes alimentares que contribuem para a produção de proteína animal de forma mais ecológica, apresentando avaliações do ciclo de vida de seus produtos e enfatizando como esses ingredientes podem reduzir a pegada de carbono na produção de carne de frango.
Essas iniciativas refletem uma tendência crescente na indústria de zootecnia: a busca por práticas alimentares que não apenas atendam às necessidades nutricionais dos animais, mas também promovam a saúde humana e minimizem os impactos ambientais. O uso de aditivos naturais e a reformulação das dietas dos ruminantes são passos importantes para alcançar uma produção animal mais sustentável e ética.
À medida que mais pesquisas são realizadas e novas tecnologias são desenvolvidas, espera-se que essas práticas se tornem mais acessíveis e amplamente adotadas, contribuindo para uma cadeia produtiva mais responsável e eficiente.
Fontes: The Guardian, Evonik

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